10.1.10
20.11.09
Explicação
17.11.09
12.11.09
Dúvidas existênciais II
Nota de rodapé 37
8.11.09
Alvorada dos apócrifos IX
7.11.09
Mon amour, viens m'embrasser
6.11.09
Nota de rodapé 36
4.11.09
'Summa laica'
3.11.09
Triste tópico

1.11.09
Em noites como esta
31.10.09
Seixal Jazz 2009

Já começou a edição deste ano do Festival Internacional de Jazz do Seixal. Como sempre, um excelente cartaz, com destaque natural para Joe Lovano, um dos grandes saxofonistas vivos. Na edição do ano passado vi dois concertos excelentes: a Guy Barker Jazz Orchestra, da qual já fez parte como pianista Bernardo Sassetti e a banda do baixista Dave Holland acompanho pelo admirável Chris Potter ao saxofone. No espaço do Seixal Jazz Club há concertos grátis mas no geral não são grande coisa. Hoje fui ouvir os finlandeses Motif, mas enfim, nem fiquei para o fim, é que as memórias do concerto do Herbi Hancock do ano passado ainda estão demasiado presentes. Aliás, sobre este post ver este texto sobre a edição do ano passado e este sobre a desilusão que foi Hancock no Palácio do Marquês de Oeiras no Cool Jazz Fest.
29.10.09
Ontem com hoje?
Era um senhor forte que usava chapéu castanho; tinha o rosto quadrado e vermelho e um bigode embranquecido pelos anos. Maria pensou que devia ser um coronel e reflectiu sobre a delicadez do homem, que contrastava com o desdém dos rapazes que olhavam fixamente em frente."28.10.09
A grande desilusão
26.10.09
A grande ilusão
25.10.09
23.10.09
Alvorada dos apócrifos VII
Os cadernos bem ilustrados

Elogio da paciência (e não só)
22.10.09
Furet e Cochin contra 1789
François Furet, Pensar a Revolução Francesa, edições 70, p. 248
Nota rodapé 35
21.10.09
Ó chefe, desligue lá o alarme!
19.10.09
poema
A noite escura lança uma penumbra sobre a cidade,
e da janela do meu quarto só os candeeiros
se erguem como homens dignos.
Na rua,
vazia e abandonada,
o silêncio angustiante de uma civilização que
só nos intervalos lúcidos se sabe perdida.
Deixaremos de persistir.
Abandonamo-nos como cães.
Cada aurora é um sentimento de recaída.
O sol nasce, mas nada mais.
E caímos, e caímos, e caímos. E
encontramo-nos tão no fundo que flutuamos
por entre o ser e o nada,
por entre um tempo sem modo.
Jamais refloriremos.
José António Borges
19 de Outubro, 2009
17.10.09
Nota de rodapé 34
16.10.09
Da sétima arte XXIV
15.10.09
Nota de rodapé 33
12.10.09
poema
Caio de tédio num chão seco de terra.
Desmaio debaixo de um sol quente.
Paro inerte num lugar quieto.
Hiberno no obituário de um jornal velho.
Deixo o café sempre fervente
na esplanada de uma praça sem vento.
Deito-me sob um sobreiro
mais calmo que a própria sombra:
sem incómodos, sem confortos.
Tombo inanimado num sono morto.
Já me cansa a cidade apressada e barulhenta.
Já me cansam as ruas sujas e povoadas.
Adormeço impávido,
lânguida e preguiçosamente,
Será sempre em vão,
escusai-vos à aflição:
não haverá quem me levante.
José António Borges
6 de Outubro 2009




